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O amor é (ou deveria ser) tudo !

Vamos conversar, olhar nos olhos


O amor é (ou deveria ser) tudo ! O amor é (ou deveria ser) tudo!
Acho que acredito nas coisas que já estão escritas, ou nas que vão acontecer, no que chamam de destino, acredito na nossa vontade, nos nossos erros e acertos, acredito na matemática da vida, e acredito no imponderável, no pedaço de meteorito que viaja milhões de quilômetros e que cai em cima de uma pessoa que passeia pelo campo.
Depois de visitar grandes cidades como Curitiba, São Paulo e Rio de Janeiro, acredito antes de tudo no que muda nossas vidas todos os dias, e no que nos conduzirá a abismos, a guerras idiotas com quem amamos, ou a quem não conhecemos, tão diferentes de nós, tão iguais. Diferentes quando esse deus determina. Esse deus nos trata como números. Ele diz que está tudo bem, que poderá nos conduzir a campos floridos cheios de luz, a encontros com nós mesmos, a delícia de se ser o que se é. Será?
Esse novo deus confunde, um dia fala uma coisa, no outro, desmente. Um deus confusão e desamor. O celular. Andando pelas ruas de Curitiba vejo as pessoas debruçadas sobre esse deus, consumindo verdades e mentiras, um cérebro artificial alimentado por milhões de robôs do bem e do mal. Alimentando antes de tudo a confusão, o torpor. Entramos numa cafeteria linda, mas quem olha os quadros e lê os poemas leminskianos nas paredes? Estão debruçados sobre o deus confusão, o desamor. Pela janela vejo a praça e a escultura genial. Ninguém olha. Penso que poderiam estar em qualquer lugar, porque pensam que estão dentro deles mesmos, mas estão enganados, estão dentro das cabeças maquiavélicas dos frustrados profissionais programadores de preconceitos imbecis contra iguais, programadores de ódio e desamor. Mas a beleza continua lá fora. A cidade de Paulo Leminski e Alice Ruiz.
Não é mais preciso olhar nos olhos das pessoas, elas não estão lá. Estão dentro do celular, consumindo e sendo devorados. A desesperança por causa do outro, se ele é diferente, é inimigo, diz esse deus. Não somos iguais? Um almoço de Natal no Rio de Janeiro. Comida maravilhosa, uma benção. Quantos morando nas calçadas, que absurdo. Não me digam que não se pode fazer nada. Sugeri que o que sobrou seja distribuído pelas pessoas mais próximas. É o mínimo que se pode fazer por um irmão. Depois do almoço, as pessoas de diferentes idades se espalham pela sala. Todas com seu celular. Não conversam entre si, tudo está dentro da máquina. Acusações, perguntas e respostas prontas. Nem é preciso raciocinar. Uma mãe comenta que está preocupada com o filho adolescente, que está com comentários preconceituosos e violentos. Pergunto o que ele tem lido e ela responde: vive com esse celular nas mãos!
Ao voltar pra Garopaba ajoelho-me e beijo a areia. Obrigado, Senhor. Depois da loucura dos fogos de fim de ano, passeio pela praia central e percebo as pessoas de calção, maiô, biquíni, olhando seus celulares. A natureza grita de beleza e alegria, e o mar acaricia a areia. Um Novo ano começa como o outro. Depende muito de nós. #



Paulo Ricardo Botafogo       02/01/2020 As 11:33:18


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