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Para onde vai o seu lixo?

Imbituba mudou a forma de tratar o lixo. Entenda como tudo funciona para fazer a sua parte


Para onde vai o seu lixo? Todos os dias, toneladas de resíduos sólidos urbanos são coletadas na cidade de Imbituba. São cerca de um quilo por pessoa diariamente, sete dias por semana, 365 por ano. E para onde vai esse todo esse lixo?

Cooperativa de Catadores cuidará do lixo reciclado
A Prefeitura de Imbituba firmou, no dia 14 de agosto, um contrato com a Cooperativa de Catadores de Imbituba – Cooperzimba, que será a responsável pela coleta e destinação do lixo reciclado no município. “Com esse contrato, acreditamos que mudaremos a questão social, já que estaremos trabalhando, diretamente com os cooperados e favorecendo as pessoas que, há muitos anos, sobrevivem desse tipo de renda”, afirmou o Prefeito, Rosenvaldo da Silva Júnior.

NOME“O custo que era fixo para o Município - R$ 35.823,00/mês -, passa a ser por peso, no valor de R$ 872,43 por tonelada, até o limite de 50 toneladas. Acima desse peso, o preço por tonelada coletada é de R$ 368,16. A empresa tem até 120 dias para adequar o serviço. Mas a coleta continua normalmente, nos dias e horários já conhecidos”, informa o Secretário da Seinfra, Gilberto Pereira.

Resíduos Sólidos Urbanos com a Serrana Engenharia
A coleta geral de resíduos sólidos (RSU) segue sendo efetuada pela empresa Serrana Engenharia, vencedora da licitação realizada no mês de agosto. “Conseguimos alguns avanços para região. A coleta de resíduos sólidos será diária na região da Praia do Rosa e teremos um reforço no verão com mais uma equipe. O novo itinerário inclui aumento na frequência da coleta na Praia do Rosa, de três para seis vezes por semana, no Sambaqui de uma para duas vezes e na região de Ibiraquera de duas para três vezes semanais. A taxa de execução do serviço aumentou, mas o serviço foi ampliado”, completa o Secretário Beto Pereira.

Secretário de Obras visita o aterro sanitário

NOME
Recentemente, o Secretário de Infraestrutura Gilberto Pereira, visitou o Aterro Sanitário Sul da Serrana Engenharia, destino dos resíduos sólidos urbanos de Imbituba e outras 20 cidades da região. O local utiliza princípios para disposição de resíduos no solo sem causar danos ou riscos à saúde pública e à segurança, e minimizando os impactos ambientais. A área conta com limpeza e manutenção diária, cortina vegetal, drenagens e queima de gases, entre outras medidas. “A construção da base do aterro sanitário e o tratamento dos efluentes são as mais importantes ações, pois elas garantem a conservação do solo e a proteção da qualidade das águas superficiais e subterrâneas”, explica o Fiscal do Contrato Arrison Berkenbrock.


Como funciona?
O lixo chega diariamente nos caminhões. “É muito importante que a população realize a separação em casa, deixando o material reciclável para a Coleta Seletiva, para que o aterro receba apenas os materiais orgânicos e/ou não recicláveis”, convida o Secretário Beto Pereira. Eles são depositados em uma área que possui uma camada de 40 cm de material argiloso compactado, mais uma geomembrana de alta resistência impermeável. “Ou seja, nenhum tipo de líquido consegue ultrapassar o material, evitando a contaminação dos efluentes oriundos da decomposição da matéria orgânica. Para proteção mecânica dessa lona é adequado uma camada de argila para que nenhum material cortante rompa a geomembrana”, explica o Supervisor da Serrana em Imbituba, Varlei O. Faust.

NOMEOs efluentes gerados a partir da matéria orgânica são encaminhados à Estação de Tratamento de Efluentes (ETE). “A Serrana tem uma das mais eficientes e completas estações de tratamento de efluentes para aterro sanitário de Santa Catarina, contemplando tratamento biológico anaeróbio, tratamento biológico aeróbio, sistema de reator, filtro anaeróbio, tratamento físico-químico, filtro areia e carvão ativo, zona de raízes e tratamento por cloração”, explica Gerente comercial do aterro Nerci Kurz. Entre os processos, o chorume passa também por uma Wetland – uma lagoa impermeabilizada com raízes de junco, espécie vegetal específica para o tratamento de efluentes por retirar da água nutrientes como nitrogênio fósforo e potássio para seu crescimento. Após todo o tratamento, o efluente vai para o corpo receptor, uma água que pode ser aproveitada para diversos usos.

O desafio do lixo
“O lixo que jogamos a céu aberto ou terrenos baldios aumenta o número de insetos transmissores de doenças e produz bactérias e fungos. Fica no local um odor desagradável, polui o lençol freático, contamina o solo e as pessoas em contato, além da poluição visual, que deixa os nossos bairros e nossa cidade sujos e feios. Práticas assim estão sujeitas à multa de acordo com as Leis 3928/2011 e 4215/2”, alerta o Secretário Beto. “Pense no bem-estar de sua família! O que não queremos para nós, não desejamos para os outros. Cuide do seu lixo e denuncie àqueles que não se preocupam com você e com nossa cidade.”

Fonte: Divulgação



Glaucia Rosa Damazio       10/09/2019 As 09:59:54


Fotos da notícia Para onde vai o seu lixo?

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