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Brasil o País do Surf

O impacto do sucesso do esporte no mercado de surf.


Brasil o País do Surf 2018 termina com Gabriel Medina Bi Campeão Mundial de Surf e em mais um ano, o Brasil terá 11 atletas representando o país em 2019 na elite da WSL.
Estamos vivendo nos últimos anos devido ao sucesso dos atletas brasileiros no Tour, tanto na divisão principal (CT-Championship Tour), quanto na divisão de acesso
(QS-Qualifying Series), um domínio brasileiro jamais visto, apelidado pela mídia internacional de Brazilian Storm (Tempestade Brasileira).
Isto se deve a um trabalho de muito empenho dos próprios atletas, seus treinadores, investimentos pessoais e também de marcas internacionais ou
empresas de fora do segmento, que enxergaram o potencial dos brasileiros no esporte.
O início do sucesso do segmento de surf no Brasil, foi em função de justamente, apoiar atletas, e propagar um estilo de vida desejado por todos.
Além destes fatos, os produtos sempre foram desenvolvidos com a essência de pessoas que respiravam o esporte, feitos com foco para atingir o próprio público
praticante, ou criados com o objetivo de serem utilizados para a prática no caso dos equipamentos, pranchas, boardshorts, lycras e wetsuits.
Outros pontos que sempre projetaram o crescimento e valorização do segmento, foram, o fato de o número de oferta dos produtos serem sempre menores do que a demanda,
além de primarem sempre por alta qualidade e exclusividade, o que gerava sempre a expectativa pelas novidades no mercado.
O Surf sempre cresceu, inclusive nas crises mais severas, alavancando o segmento, e cada vez mais atraindo grandes empresas para explorar o estilo de vida dos
surfistas.
Com a solidificação do mercado, o crescimento das empresas e o olhar das grandes marcas internacionais sobre os números de venda, a ganância começou falar
mais alto.
Para se aumentar as margens, e cada vez mais a demanda, as empresas em raras exceções foram diminuindo o investimento nos atletas e no esporte, aumentando os
volumes indiscriminadamente, pecando em qualidade, e abrindo mão de profissionais especializados que possuíam a identidade do segmento.
Todo este panorama transformou o mercado, com o tempo os produtos passaram a ser comercializados em um número muito maior do que o mercado absorveria,
transformando o surf wear em um produto comum, fazendo com que os próprios surfistas, e o público formador de opinião que se identificava com o
esporte fosse deixando de consumir, trazendo uma grave crise ao segmento.
O Brasil vive o momento de maior exposição do esporte na história, e ironicamente o segmento se encontra em crise.
Para mudar este panorama, o mercado terá que buscar suas origens, voltar a investir na essência, que passa por investir no atletas e no esporte, buscar
profissionais qualificados com o feeling do segmento, investir em qualidade e originalidade.
O próprio Gabriel Medina já dá o exemplo através do seu Instituto, apoiando e criando novos atletas, resta as empresas seguir este rumo e retornar ao esporte os investimentos necessários para resgatar a essência.
Para 2019 fica a pergunta, será que o mercado está preparado para capitalizar o sucesso dos nossos bravos guerreiros no Tour ?
Com certeza a Tempestade Brazilian Storm no Tour, não irá passar, resta saber se o mercado irá reagir e estancar a crise no segmento.
Aloha !!!
Por: Neco Costa
Boardland / Chemistry Surfboards / Empório Natural Gautama



Neco Costa       20/12/2018 As 14:22:40


Fotos da notícia Brasil o País do Surf

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